Aves deixa a zona de descida após vencer o Boavista

Avenses conquistaram a quarta vitória da segunda volta do campeonato.

O Desportivo das Aves venceu esta sexta-feira na receção ao Boavista por 2-0, com golos na segunda parte, e ganhou um novo fôlego na luta pela permanência, no jogo de abertura da 24.ª jornada da I Liga de futebol.

Os avenses foram melhores e dispuseram das melhores oportunidades, sobretudo no segundo tempo, o melhor período do jogo, concretizando o merecido triunfo com tentos de Vítor Costa, de livre direto, aos 71 minutos, e Jorge Fellipe, aos 74.

Com esta vitória, a quarta nos últimos sete jogos, confirmando a recuperação iniciada no final de janeiro, o Aves largou os lugares de descida e ascendeu ao 12.º lugar, agora com 25 pontos, menos um do que o Boavista, no 11.º posto, interrompendo uma série de quatro jogos sem perder.

O Aves, com o mesmo 'onze' que empatou em Portimão (1-1), na última jornada, cedeu a iniciativa de jogo, na esperança de explorar as transições, e, por duas vezes, conseguiu espaço no corredor central, em lances iniciados nas laterais, mas os remates de Fariña e Vítor Gomes, aos 13 e 45 minutos, respetivamente, não chegaram a assustar Bracali.

De resto, quase toda a equipa tinha os olhos em Mama Baldé, denominador comum de todos os ataques avenses, mas o melhor marcador da equipa no campeonato, com seis golos, tinha uma vigilância cuidada dos 'axadrezados', mais dominadores, mas demasiado tímidos em termos ofensivos.

Este jogo de paciência, antecipado pelos responsáveis das duas equipas, foi levado demasiado à letra pelos intervenientes, colando-se a um registo de futebol 'sem' balizas, com os boavisteiros, mais confortáveis na classificação, aparentemente mais satisfeitos.

Os avenses entraram mais determinados e agressivos na segunda parte, chamando a si a iniciativa, e Fariña, aos 47 minutos, deu o mote, num lance em que ganhou a bola a Fábio Espinho à entrada da área do Boavista e, após simulações, rematou para Jubal, a meias com Bracali, negar o golo.

Os 'axadrezados', com menos bola, ainda responderam num cabeceamento de Falcone, travado por Beunardeau, aos 56 minutos, num dos últimos ataques ameaçadores da equipa, que viria a sofrer o primeiro golo aos 71 minutos, num livre de Vítor Costa com responsabilidades de Bracali.

Este golo desbloqueou o jogo para o Aves, que manteve a pressão e continuou a procurar o segundo golo, com Luquinhas, por duas vezes, a ficar perto dos festejos, que se confirmariam aos 79 minutos, numa entrada fulgurante, de cabeça, de Jorge Fellipe, na sequência de um pontapé de canto, selando o resultado final.

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