Estreia a ganhar de Kevin Benavides nas motos e um recordista de triunfos a impor-se nos automóveis

Peterhansel somou o oitavo triunfo nos automóveis depois de seis nas motos.

Precisamente 30 anos após a 1.ª vitória, aos comandos de uma Yamaha, Stéphane Peterhansel conseguiu outra proeza única: ganhou o Dakar nos três continentes em que a prova decorreu até hoje.

O piloto do Mini Buggy de 2 RM somou o 8.º triunfo nos automóveis, após ter ganho por seis vezes nas motos. Terminou 11 das 12 etapas no pódio e terminou com 13m. 51s de vantagem para Nasser al Attyah.

O piloto do Qatar venceu metade das especiais; sofreu nada menos de 16 furos e colocou e Toyota Hilux entre os buggies da X-Raid. Carlos Sainz, outra vítima dos furos, completou o pódio, a uma hora do vencedor.

Filipe Palmeiro, navegador de Benediktas Vanagas na Toyota Hilux terminou na 12.ª posição; a dupla leiriense Ricardo Porém/Jorge Monteiro (Borgward) foi 20.ª; José Marques, ao lado de Gintas Petrus (Buggy Optimus), concluiu na 31.ª posição.

Nas motos, a Honda, com assinatura de Kevin Benavides, o primeiro sul-americano a ganhar o Dakar, com 4m 56 s de vantagem para Ricky Brabec, conquistou uma dobradinha 34 anos depois e repetiu o triunfo de 2020.

Um êxito com participação portuguesa: Ruben Faria, diretor desportivo, e Hélder Rodrigues integram a estrutura da marca japonesa, que venceu 9 das 12 etapas.

Joaquim Rodrigues (Hero) 11.º da geral e 3.º da classe Super Produção, foi o melhor português.

No pódio dos estreantes - 3.º - Rui Gonçalves (Sherco) terminou na 19.ª posição, atrás do luso-alemão Sebastien Bulher (Hero) 14.º da geral.

Nos SSV, vitória do chileno Francisco Lopez Contardo; 15.º lugar para a dupla Lourenço Rosa/Joaquim Dias, 5.ª entre os estreantes; Rui Carneiro e Filipe Serra, também estreantes terminaram na 26.ª posição.

A Kamaz monopolizou o pódio dos camiões, com vitória de Sotnikov.

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