Fernando Santos fala de "resultado injusto" após golo belga nascido "do nada"

Equipa portuguesa perdeu, este domingo, por 1-0 com a congénere belga e está fora do Euro 2020.

O selecionador nacional, Fernando Santos, assinalou este domingo a injustiça da derrota da seleção portuguesa por 1-0, frente à Bélgica, que ditou a eliminação do Euro 2020, embora admita que Portugal não entrou bem no jogo.

"É um resultado injusto, mas no futebol é difícil falar de injustiças", explicou o técnico português. "Eles fizeram um golo e nós, não. Nos primeiros 10 minutos, não estivemos tão bem, a Bélgica empurrou-nos, mas depois encontrámos os espaços certos, jogámos mais subidos. Os jogadores tiveram uma atitude sempre muito forte, sempre a procurar atacar, mas também defendendo bem."

O golo de Thorgan Hazard, aos 42', surgiu "do nada e foi um momento duro", defendeu também o selecionador nacional", que lamentou: "A bola não quis entrar. Noutras ocasiões, se calhar, tivemos menos chances e fomos nós a marcar."

O único tento belga nasceu de "um remate de fora da área do lateral esquerdo", com o selecionador nacional a admitir que "nem tudo se pode controlar no jogo".

"A equipa esteve sempre bem posicionada em campo. Eles fizeram um chuto à baliza. Na segunda parte, expusemo-nos muito ao contra-ataque e eles utilizaram muito o Lukaku, que segura muito bem a bola e fazia com que a Bélgica respirasse", analisou.

Reconhecendo que a equipa portuguesa achava que podia "chegar à final e vencer", Fernando Santos revelou que havia "jogadores a chorar" no final da partida e apontou à vitória no próximo Mundial.

"Há que levantar a cabeça e há coisas para ganhar no futuro. Em 2018 [no Mundial], também foi uma desilusão, mas em 2019 acabámos por ganhar a Liga das Nações. Portanto, agora temos de ganhar o Campeonato do Mundo", defendeu.

A Bélgica vai defrontar nos quartos de final a Itália - que no sábado bateu a Áustria por 2-1, após prolongamento -, num embate marcado para sexta-feira, no Allianz Arena, em Munique, pelas 21h00 locais (20h00 em Lisboa).

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