"Foi muito rápido." Com pouca memória, Wendel já testemunhou sobre Alcochete

O brasileiro foi o segundo jogador do plantel leonino a ser ouvido no Tribunal de Monsanto.

Wendel diz ter sido agredido por indivíduo num golpe com a "mão aberta, um tapa, fiquei com muito medo". Relata agressões a Misic, William Carvalho e Acuña.

Estava no ginásio e saiu depois de ver os adeptos para avisar os companheiros. Alguém de quem Wendel não se recorda tentou fechar a porta. Viu invasores de cara tapada, "cerca de 20 a 30", que estiveram "cinco minutos no interior. Foi muito rápido. Estava de cabeça baixa. Vi fumo. Não vi tochas, só vi a fumaça, mas quando já estavam a sair".

O jogador brasileiro não respondeu à maioria das questões e "não me lembro" foi a frase que mais repetiu. No final Sílvia Peres foi lacónica para com Wendel, "Muito obrigada. Espero que no futuro não tenha problemas de memória", ironizou a juíza.

A próxima testemunha a ser ouvida é o futebolista Mathieu.

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