Greve dos oficiais de justiça atrasa interrogatório a Bruno de Carvalho

Os funcionários estiveram em paralisação entre as 9h00 e as 11h00 e só há poucos minutos retomaram o trabalho atrasando as diligências previstas para esta manhã.

Bruno de Carvalho e Nuno Mendes ainda não foram identificados devido à greve dos oficiais de justiça do tribunal do Barreiro.

Os funcionários estiveram em paralisação entre as 9h00 e as 11h00 e só há poucos minutos retomaram o trabalho atrasando as diligências previstas para esta manhã.

O porta-voz do Sindicato dos Funcionários no local explicou ainda que está prevista retoma da greve a partir das 16h00, sem serviços mínimos, o deve significar o fim dos interrogatórios aos dois detidos no casa da invasão de Alcochete.

O ex-presidente leonino está indiciado por 56 crimes: dois crimes de dano com violência, 20 crimes de sequestro, um crime de terrorismo, 12 crimes de ofensa à integridade física qualificada, um crime de detenção de arma proibida e 20 crimes de ameaça agravada.

Das mensagens de WhatsApp aos testemunhos. O que levou à detenção de Bruno de Carvalho e de Mustafá?

As suspeitas terão sido cimentadas com o cruzamento de testemunhos e de registos de mensagens enviadas através da plataforma Whatsapp.

As mensagens analisadas pelo Ministério Público, alegadamente enviadas aos adeptos que invadiram Alcochete a 15 de maio, confirmam que o objetivo da ação era mesmo usar violência (como fica expresso em frases como "nunca mais se levantam" ou "chegar, carregar no treino e acabou, invadimos aquilo").

Quando foi interrogado, o então oficial de ligação do Sporting aos adeptos, Bruno Jacinto, afirmou que o líder da Juventude Leonina, Nuno Mendes (ou Mustafá, como é conhecido) lhe dissera que havia recebido 'luz verde' de Bruno de Carvalho para o ataque à Academia em Alcochete.

"Fanático e eterno descontrolado." A história de Mustafá, o perigoso líder da Juve Leo

Recomendadas

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de