Vitória SC impõe-se ao Boavista e atinge o quinto lugar

Mattheus, Davidson e Pedro Henrique marcaram os golos vimaranenses. Falcone apontou o golo boavisteiro.

O Vitória de Guimarães recebeu e venceu este sábado o Boavista, por 3-1, num jogo da 26.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol que dominou quase sempre, e igualou o Moreirense na quinta posição.

A turma minhota impôs-se num duelo em que, na primeira parte, traduziu o domínio exibido com o golo de Mattheus Oliveira (sete minutos) e algumas ocasiões desperdiçadas e, na segunda, reagiu ao empate - golo de Falcone, aos 53 -, com tentos de Davidson (57) e de Pedro Henrique (70).

Graças ao terceiro triunfo consecutivo em casa, os vimaranenses ascenderam ao quinto lugar, com 42 pontos, os mesmos do 'vizinho' Moreirense, que recebe o Benfica, neste domingo.

Já a equipa treinada por Lito Vidigal, que averbou o terceiro desaire seguido e não vence fora, para a I Liga, desde a primeira ronda - Portimonense (2-0) -, continua no 13.º posto, com 26 pontos, dois acima da primeira equipa abaixo da 'linha de água', o Tondela.

Para o duelo com os 'axadrezados', o treinador Luís Castro devolveu a titularidade a Alexandre Guedes no eixo do ataque e deu a ala direita a Ola John, jogador que se destacou logo aos sete minutos, ao tirar um cruzamento bem medido para o tento inaugural do encontro, de Mattheus Oliveira, num cabeceamento bem colocado.

Após o golo, a formação local conseguiu exibir a habitual circulação de bola com velocidade, acentuou o seu domínio e, ao longo da primeira meia hora, desperdiçou várias hipóteses para dilatar o resultado, a partir de desequilíbrios criados ora na esquerda, ora na direita.

Deslocado da ala direita para o 'miolo', Tozé obrigou Bracali a intervenções atentas para evitar novo golo, aos minutos 10 e 13, tal como Rafa Soares, aos 21, após combinação com Davidson e Alexandre Guedes. Nesse mesmo minuto, Ola John falhou uma ocasião clara, quando, isolado perante o guardião boavisteiro, atirou por cima.

Nos 15 minutos finais da primeira parte, o Vitória abrandou o ritmo e o Boavista, que até então só ameaçara a baliza de Miguel Silva num remate de Falcone, teve mais espaço para 'respirar', embora sem qualquer efeito na produção ofensiva.

A segunda parte começou com uma toada semelhante à da primeira, mas a turma do Bessa foi eficaz na primeira ocasião que criou, ao minuto 53, numa recarga certeira de Falcone, após Miguel Silva ter defendido um remate de Mateus. O lance foi inicialmente anulado por suposto fora de jogo, mas o árbitro Tiago Martins validou-o, após indicação do videoárbitro.

Face ao tento sofrido, a turma minhota reagiu de imediato e recuperou a vantagem em quatro minutos: servido por Mattheus Oliveira, Davidson rematou, à primeira tentativa, para defesa de Bracali, mas, à segunda, atirou para o fundo das redes.

A partir daí, as duas equipas tentaram chegar ao golo, mas com alguma atrapalhação na construção ofensiva, antes da equipa vitoriana sentenciar o jogo aos 70 minutos: Mattheus Oliveira - participou em todos os golos - cobrou o livre ao qual Pedro Henrique respondeu com um cabeceamento fora do alcance de Bracali.

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