Ataque a Alcochete: Bruno Jacinto passa de prisão preventiva para domiciliária

O debate instrutório tem sido marcado por momentos de tensão entre arguidos e procuradores.

O Ministério Público quer que o arguido Bruno Jacinto deixe a prisão preventiva e passe a prisão domiciliária. A procuradora do Ministério Público Cândida Vilar pediu esta tarde em tribunal que o arguido seja libertado.

Bruno Jacinto era o oficial de ligação entre os adeptos do Sporting e o clube, que intermediava as relações entre as claques e a direção.

"Admito que até avisou André Geraldes, embora não tenha tido intervenção direta no ataque", disse a procuradora do MP no debate de instrução desta tarde.

A TVI avança que o Ministério Público vai pedir esta tarde no debate instrutória a mudança das medidas de coação de 34 arguidos, que passarão de prisão preventiva para domiciliária. Apenas Mustafá ficará com a medida de coação mais gravosa.

Durante a sessão desta quarta-feira, a procuradora do Ministério Público anunciou ainda juntou ao inquérito novas provas. Entre as informações estão dados sobre André Geraldes, antigo diretor para o futebol do Sporting, e sobre Bruno de Carvalho. São exames periciais feitos pela GNR aos telemóveis dos arguidos. Entre provas estão mensagens da aplicação WhatsApp.

Perante o anuncio, o advogado do arguido Emanuel Calças, Carlos Melo Alves, questionou o momento escolhido pelo MP para a apresentação de novas provas e pediu a nulidade das provas. "Se esses telemóveis foram examinados, eles não estão no processo. O que é prova da acusação temos de os ver. Podem ter alguma nulidade".

Em atualização

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