Pinto da Costa "chocado" com decisão do tribunal de não levar Benfica a julgamento

Jorge Nuno Pinto da Costa reagiu à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa sobre o processo e-toupeira. A SAD do Benfica não vai a julgamento e o presidente do FC Porto diz que está "chocado".

Sobre o acórdão do Tribunal da Relação, Pinto da Costa, diz que ficou triste por saber que "o juiz atribuiu à Polícia Judiciária a culpa de não ter feito bem o seu trabalho. Ouvi na rádio, não sei se disse ou escreveu. Acho lamentável, se há entidade que merece todo o respeito e tem história e trabalho exemplar é a Polícia Judiciária. Se foi para atirar a responsabilidade para cima da PJ é realmente lamentável", referiu o presidente do FC Porto.

Sobre a não-pronúncia da SAD do Benfica, Pinto da Costa não se mostrou surpreendido, e voltou a destacar as declarações do juiz: "Não me admirou nada. Só fiquei chocado em ouvir que o juiz se defendeu da sua decisão atirando a responsabilidade para a ineficácia da Polícia Judiciária".

Já durante a tarde de quarta-feira, o FC Porto também emitiu um comunicado em reação à decisão do tribunal. "A FC Porto SAD constata que o processo e-toupeira vai chegar a julgamento com o banco dos réus desfalcado do elemento a quem aproveitou o crime, no plano desportivo", escreveu o clube azul e branco.

Leão ficou perplexo

O Sporting também reagiu através de comunicado e manifestou-se "perplexo", acrescentando que "permanece incompreensível a cisão operada e agora mantida entre a referida SAD e o Dr. Paulo Gonçalves, o qual, a ser assim, teria agido de motu proprio, com objetivo e finalidades difíceis de conceber", reage o Sporting.

Benfica sempre confiou na justiça

Depois da decisão do Tribunal da Relação de Lisboa, o Benfica reagiu através de comunicado oficial, assinalando "que desde a primeira hora - e em todas as investigações judiciais em que foi envolvida - a Benfica SAD e seus mandatários sempre manifestaram total confiança nas decisões da Justiça e sempre colaboraram com as instituições na descoberta da verdade, respeitando essas instituições e não comentando materialmente as decisões judiciais", pode ler-se.

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