Liverpool, Manchester United, Arsenal Tottenham e Chelsea de saída da Superliga

O Manchester City tinha sido o primeiro clube a formalizar a retirada da prova, que, desta forma, fica sem qualquer dos seis clubes ingleses co-fundadores.

Os ingleses do Liverpool, Manchester United, Arsenal, Tottenham e Chelsea confirmaram, esta terça-feira, a retirada do projeto para a criação de uma Superliga europeia.

Os quatro clubes comunicaram, nas suas páginas oficiais, que já não vão participar na competição que tinha sido fundada há apenas três dias por doze clubes europeus.

Ao início da noite desta terça-feira, o Manchester City já tinha anunciado o início do processo de saída da Superliga, tendo sido o primeiro dos clubes fundadores a fazê-lo.

"Após vos termos escutado (adeptos), bem como à comunidade alargada do futebol, nestes últimos dias, retiramo-nos da Superliga. Cometemos um erro e pedimos desculpa por isso", pode ler-se num tweet dos 'gunners'.

Já o Manchester United dá conta de que não vai participar na Superliga e sublinha que tal se deve "à reação dos adeptos, do governo britânico e de putras partes importantes.

"O Liverpool pode confirmar que a sua implicação no projeto da Superliga europeia foi interrompido", revelam os 'reds' no seu comunicado, enquanto o Tottenham reagiu pelo próprio presidente, Daniel Levy: "Lamentamos a ansiedade e os constrangimentos causados por este projeto da Superliga europeia. Pensávamos que seria importante o nosso clube participar no desenvolvimento de uma possível nova estrutura."

"O​​​​​​Chelsea confirma que deu início aos procedimentos formais para abandonar o grupo responsável pelo desenvolvimento do projeto da Superliga europeia. Depois de nos termos juntado ao grupo na semana passada, tivemos tempo para reconsiderar a nossa posição e concluímos que a participação nestes planos não servia os melhores interesses do clube, dos nossos adeptos ou sequer da vasta comunidade do futebol", informou o clube londrino, em comunicado divulgado no site oficial.

Os 12 clubes fundadores da Superliga anunciaram a nova competição horas antes de a UEFA divulgar o novo modelo das competições europeias a partir de 2024/25. No caso da Liga dos Campeões, a prova vai aumentar de 32 para 36 clubes e vai deixar de existir a fase de grupos, passando a ser uma liga única.

O presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, também designado presidente da Superliga, afirmou na segunda-feira que a Superliga é uma competição que vai "salvar o futebol", explicando que a Champions só é atrativa a partir dos quartos-de-final.

Os impactos financeiros da pandemia de Covid-19 nos clubes, com os jogos a decorrerem na sua grande maioria à porta fechada, foi outro dos argumentos para avançar com esta prova.

Notícia atualizada às 6h10 de dia 21

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