"O Leixões tem de ir para a primeira divisão." Antes, pode haver sardinhada no Jamor

Paulo Lopo, presidente da SAD do Leixões, é o convidado do último Entrelinhas de 2018.

Natural de Lisboa, Paulo Lopo vivia no Estoril mas há dois anos mudou de vida: foi para Matosinhos depois de ter comprado 56,5% das ações da SAD do Leixões. Na altura, revela, chegou ao clube e teve de "passar um cheque de 4 mil euros para pagar a água e a luz."

Nesta entrevista à TSF, Paulo Lopo fala da recuperação financeira do clube. O passivo, que ultrapassava os 5 milhões de euros, baixou praticamente para metade.

Atualmente, o Leixões procura um treinador depois de ter despedido Filipe Gouveia devido aos maus resultados.

Paulo Lopo fala sobre este despedimento e sobre o perfil de treinador que pretende: quer uma equipa que pressione alto, "que goste de jogar à bola e de posse de bola", que domine os adversários, uma equipa que pratique um futebol de ataque e que agrade aos adeptos. "Os nossos adeptos gostam de jogar para ganhar, mesmo que isso os possa fazer perder."

Paulo Lopo tem um sonho: chegar à final da Taça de Portugal. Para isso tem que eliminar, para já, nos quartos-de-final, o FC Porto. Este jogo, garante, será disputado do estádio do Mar porque "a casa não tem preço." Se o Leixões chegar ao Jamor, uma coisa é quase certa: haverá sardinhada na mata.

Outra das metas definidas pelo presidente da SAD do Leixões passa por colocar o clube na Primeira Liga em 2020.

Paulo Lopo fala também no convite que um dos candidatos à presidência do Sporting lhe fez nas últimas eleições: Rui Jorge Rego convidou-o para ser o presidente da SAD do clube de Alvalade caso ganhasse as eleições. Aceitou o desafio, mas promete aos sócios do Leixões que a situação não volta a repetir-se.

Paulo Lopo diz-se apaixonado pelo Leixões e só pensa em projetar o clube de Matosinhos até este atingir os principais holofotes do futebol português.

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