Etapa rainha encurtada em 40 quilómetros

A sétima etapa da Volta a Portugal foi alterada em virtude dos incêndios, com os ciclistas a fazerem a subida à Torre pelo lado de Manteigas.

A etapa rainha da Volta a Portugal foi encurtada em cerca de 40 quilómetros com a subida à Torre a ser feita pelo lado de Manteigas e vai começar uma hora mais tarde por causa dos incêndios na região.

Em vez de seguir pelo Alto do Carrazedo, onde estava prevista uma contagem de montanha de primeira categoria, os ciclistas vão em direcção à Covilhã, passando por Belmonte e Manteigas, antes da subida ao ponto mais alto de Portugal Continental.

A organização, que decidiu manter intacto o percurso entre Idanha-a-Nova e a meta volante do Fundão, tomou esta decisão depois de consultar o Governo Civil da Guarda, a câmara de Seia e os responsáveis do Parque Natural da Serra da Estrela.

Ouvido pela TSF, o governador civil da Guarda explicou que o vento está a soprar em direcção a estrada em que os ciclistas passariam e que há uma «grande acumulação de fumos» na região.

«Estamos a falar de muitos quilómetros de estrada com grandes acumulações de fumos e que depois destas informações a direcção da corrida entendeu mudar o percurso da subida à Torre», acrescentou Santinho Pacheco.

Este governador civil garantiu ainda que esta alteração tem apenas a ver com uma «questão de precaução» porque a «frente de fogo em Loriga pode vir a afectar» uma estrada por onde passaria a "caravana" da Volta.

Entretanto, o director técnico da prova não dá ainda como certo o percurso alternativo desta tirada, que deverá passar pelo Fundão, Covilhã, cruzamento de Belmonte, Manteigas, Piornos e Torre.

«Isto não está ainda confirmado, porque está o Joaquim Gomes [director da Volta] a tratar desse assunto», acrescentou Ricardo Martins, que também não confirmou quais as contagens de montanha e metas volantes desta etapa.

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