Pedro Lopes suspenso por 15 anos devido a reincidência em doping

O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo indicou que esta era a terceira infracção e que, de acordo com a lei, a suspensão de 15 anos era a mínima possível.

O ciclista Pedro Lopes foi suspenso por 15 anos por reincidência em falhar nos procedimentos do controlo anti-doping naquela que foi a maior pena do género aplicada na história do ciclismo nacional.

O atleta de 35 anos, do Centro de Ciclismo de Tavira, falhou vários procedimentos anti-doping e como, segundo o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, já era a «terceira infracção, de acordo com a lei, a suspensão mínima é de 15 anos».

«Foi o que o Conselho Disciplinar aplicou e a Federação, a que eu presido, limitou-se a divulgar e a informar o Pedro Lopes, o Centro Nacional Anti-dopagem (CNAD) e a própria União Ciclista Internacional (UCI) do que se passava», acrescentou Artur Lopes.

Em declarações à TSF, este dirigente admitiu que o ciclismo é a modalidade onde há mais casos de doping, mas lembrou que o ciclismo «é a modalidade mais controlada em Portugal não no sentido absoluto, mas no sentido relativo».

«É aquela que mais análises faz e mais controlo faz. Sendo assim, se calhar é aquela que apanha mais. Costumo dizer que 'quem não procura baratas em casa, às vezes não as encontra, porque se escondem debaixo dos móveis'. Felizmente encontramos muitas baratas», concluiu.

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