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Futebol grego: a debacle de um Estado sem lei

O futebol grego há muito que se tornou uma espécie de Estado sem lei. De lá, exceção feita aos desempenhos dos treinadores portugueses (são muitos os que têm passado, com Fernando Santos, nesta matéria, a "abrir as portas" aos seus compatriotas), só chegam notícias de violência entre adeptos, jogos a concluir antes do tempo, motins nas bancadas que extravasam por vezes ao relvado, entre tantos outros episódios, no mínimo, rocambolescos. Na lista de incidentes, está o famoso ataque ao antigo líder do Conselho de Arbitragem Giorgos Bikas, que viu a sua casa de férias consumida pelas chamas devido a mão criminosa, algo que levou à suspensão das competições domésticas e posterior intervenção da FIFA, que acabou por criar uma espécie de Troika da arbitragem, assumida pelo português e ex-líder do Conselho de Arbitragem Vítor Pereira, em 2017, cargo que mantém até hoje.