A explicação para as marcas roxas no corpo dos atletas

Trata-se de uma terapia que consiste em utilizar recipientes especiais de vidro que são presos à pele por meio de sucção.

Chama-se Cupping. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro está a dar nas vistas porque alguns atletas estão a surgir com umas misteriosas manchas na pele.

São os "efeitos secundários" deste tratamento que tem origem nas culturas egípcias, chinesas e do Médio Oriente.

Como funciona?

A terapia consiste em utilizar recipientes especiais de vidro que são presos à pele por meio de sucção.

A sucção, por sua vez, acontece quando o ar dentro do recipiente é aquecido, criando um vácuo. Em alguns recipientes de vidros, há uma bomba, que também promove a sucção.

A terapia Cupping aumenta o fluxo sanguíneo no local onde os recipientes estão acoplados, promovendo o alívio de dores e o relaxamento muscular.

No caso dos atletas, eles próprios acoplam os recipientes nas suas peles e usam a bomba para criar a sucção nos músculos doloridos.

Vários desportistas têm publicado fotografias nas redes sociais onde se identificam marcas circulares e avermelhadas na pele, como consequência da técnica de medicina tradicional.

Os ginastas Alex Naddour e Chris Brooks são alguns desses atletas que confessam ter-se submetido a este tratamento simples que diminui as dores musculares.

A estrela da natação norte-americana, Michael Phelps é outra figura que tem sido fotografada no Rio de Janeiro com marcas de Cupping.

A terapia apareceu até no anúncio que o atleta fez para a Under Armour e, a julgar pela cara de Phelps, a terapia parece ser dolorosa.

Outros atletas olímpicos confessaram recorrer ao Cupping para recuperarem mais rápido das lesões.

É o caso da nadadora Natalie Coughlin que também publicou uma imagem com os copos colocados na zona do peito.

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