Taça Davis: "A única coisa que correu mal foi o resultado. Não falhámos"

O presidente da Federação Portuguesa de Ténis nega que Portugal tenha falhado ao não se qualificar para o Grupo Mundial da Taça Davis.

"A única coisa que correu mal este fim de semana foi o resultado. Eu acho que não falhámos. O grande fator aqui foi que, com a ausência dos três melhores jogadores alemães, a pressão passou para o nosso lado. A vontade e o desejo dos nossos jogadores de passar ao Grupo Mundial foi muito grande. Não foi este ano, acredito que vai ser no próximo, porque temos jogadores muito bons", salientou Vasco Costa.

No entanto, o presidente da FPT reconheceu que "obviamente, há um sentimento de frustração" na seleção portuguesa, já que chegar ao Grupo Mundial, pela primeira vez na história, é algo que todos os elementos do grupo querem muito.

"Vamos continuar a lutar pelo Grupo Mundial, porque é onde os nossos jogadores merecem estar", prometeu.

Para Vasco Costa, faltou "um pouquinho de sorte" a Portugal no play-off perdido por 3-2 com a Alemanha.

"A vontade, a pressão de ganhar e alguma ansiedade pesaram. Foi uma eliminatória decidida nos detalhes. Com isto ganhámos experiência para o futuro, de modo a que da próxima vez seja mais fácil lidar com a pressão. A pressão foi um fator prejudicial para nós", admitiu.

O responsável federativo manifestou o desejo de, já na próxima época, ter "três ou quatro" jogadores portugueses no "top 100" e lembrou que, este fim de semana, Portugal alinhou, pela primeira vez, com três representantes do 'top 150'.

"Senti um grande apoio [institucional], uma grande alegria por organizarmos aqui a eliminatória", assumiu, indicando que espera, a curto prazo, assinar o contrato de exploração do complexo de ténis do Jamor (Oeiras) com o Governo.

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