Trinta anos depois da estreia, Octávio Machado recorda o amigo Vítor Baía

Guardião que protegeu a baliza dos dragões durante 16 temporadas, estreou-se a 11 de setembro de 1988, com apenas 18 anos.

Tinha apenas 18 anos mas já era visto como uma promessa. Foi lançado por Quinito num jogo do campeonato em Guimarães na vitoriosa do FC Porto. Companheiro de João Pinto, André, Madjer ou Rui Águas, falamos de Vítor Baía. Foi o pontapé de saída para uma carreira de sucesso, que terminou em 2008.

Artur Jorge assumiu o cargo de treinador dos dragões na época 1989/1990 e tinha como adjunto Octávio Machado, que recorda o amigo Baía.

"É algo que não se pode esquecer. Tive este privilégio, trabalhei com o Vítor Baía todos os dias. Naquela altura, o FC Porto tinha o Zé Beto, que era internacional e o Mlyanarzik", diz Octávio Machado à TSF.

"Se alguém o conhece no dia-a-dia, não haverá ninguém como eu. Foram muitos anos a trabalhar diariamente e direi que antes de ele começar já sabia o queria", recorda o antigo treinador.

A carreira brilhante de Vítor Baía teve momentos altos e baixos. Octávio Machado revela que foi um dos principais responsáveis por Vítor Baía não ter terminado a carreira de forma precoce, recordando a incerteza face a uma grave lesão que o guardião português sofreu.

Em 16 épocas no FC Porto, Baía somou mais de 400 jogos pelos dragões, conquistando 27 títulos pelos azuis e brancos. O momento alto foi a conquista da Liga dos Campeões em 2004 e a Taça UEFA no ano anterior.

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