CGD vai fechar sucursais nos paraísos fiscais de Caimão e Macau

Medida vai ser implementada até final do ano. Na sucursal das ilhas Caimão há 250 milhões de euros em depósitos e cerca de 350 milhões na de Macau.

O presidente da CGD, Paulo Macedo, disse esta sexta-feira que o banco vai fechar, até final do ano, as sucursais 'offshore' das ilhas Caimão e de Macau, deixando o banco público de ter então operação em territórios considerados paraísos fiscais.

"Até ao fim deste ano iremos encerrar as sucursais 'offshore' de Cayman e Macau", afirmou Paulo Macedo na conferência de imprensa de apresentação dos resultados semestrais.

O gestor explicou que já não estão a ser aceites novos depósitos de clientes não residentes em Portugal e que está a contactar os clientes para saber se querem manter-se no banco ou terminar a relação comercial.

Com o fecho dessas sucursais, o banco público deixará de ter sucursais em territórios considerados paraísos fiscais.

Há já alguns anos, devido às alterações legais no 'offshore' da Madeira que a CGD encerrou a sucursal exterior que aí tinha.

Na sucursal das ilhas Caimão há 250 milhões de euros em depósitos e cerca de 350 milhões na de Macau.

Também a sucursal da CGD em Londres será encerrada até final do ano, mantendo-se na capital britânica apenas um escritório de representação, anunciou Paulo Macedo.

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