Estojo das medalhas olímpicas do Rio 2016 é feito em Portugal

A pouco dias do arranque dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, há uma empresa portuguesa que tem passado as últimas semanas em verdadeira correria e tem lugar garantido no pódio.

O estojo das medalhas olímpicas é 100% de produção nacional. Está a ser feito em Proença a Nova, num desafio que chegou por e-mail que foi considerado lixo, o que fez olhar com desconfiança para o conteúdo da proposta, que só ao fim de dois meses de recebida é que começou a ser trabalhada.

Este é um estojo que prima pela inovação, desde o formato até à forma de o abrir, o estojo ainda não foi apresentado ao público, mas TSF já o viu.

Foram dois anos de trabalho para ir ao encontro daquilo que o Comité Olímpico pretendia, onde foi pedido aos criativos portugueses que inovassem na apresentação do estojo. Foi-lhes mostrado uma pedra orgânica, tipo concha. Este foi o ponto de partida.

Mário Freire viu as caixas das medalhas olímpicas

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Foram dois anos de muita experiência, cujo maior obstáculo "foi a forma de a fazer abrir, sem que a pedra se desfizesse", conta-nos Carlos Silva que diz que a ideia "esteve quase a ser abandonada, mas de repente lá conseguimos e, até de uma maneira bastante simples!" surpreendidos de "como é que não nos lembrámos logo disto?", brincam os criativos que desenvolveram o estojo que classificam de "inovador".

Trata-se de uma imitação de uma pedra de forma orgânica, sem textura como as de fundo de água, feita de "freijó" madeira típica do Brasil.

Ao todo são 5280 estojos que estão a ser produzidos na Ambinti D"Interni, em Proença a Nova, sendo que 10% são para eventuais quebras, os restantes serão para os medalhados dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

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