Construção Civil

AECOPS reage com prudência a plano brasileiro de construção

O presidente da AECOPS recorda que «até à data o acesso à contratação pública de empresas não brasileiras tem se revelado praticamente impossível ou pelo menos residualmente possível».

O presidente da Associação de Empresas de Construção Civil reage com prudência às novas hipóteses de negócios no Brasil país que anunciou um plano de concessões para estradas e ferrovias.

Ricardo Pedrosa Gomes recordou que o «Brasil é dos países mais protecionistas do mundo é até à data o acesso à contratação pública de empresas não brasileiras tem se revelado praticamente impossível ou pelo menos residualmente possível».

Ouvido pela TSF, este dirigente da AECOPS lembra que o acesso das empresas portuguesas a este plano de construção «dependerá muito da atitude que o governo brasileiro tiver em relação à vontade de atrair empresas não brasileiras».

Ricardo Pedrosa Gomes entende que esta é uma boa oportunidade para o Brasil dar um verdadeiro significado à expressão de «país irmão», isto depois de várias empresas brasileiras terem entrado na Europa através de Portugal.

«Estas empresas foram tão bem recebidas em Portugal e na Europa» e deviam «tomar a iniciativa de convidar os parceiros portugueses que tiveram aqui e lhes dessem oportunidade de com eles participar nessas oportunidades do Brasil», concluiu.