Caixa Geral de Depósitos fica em gestão corrente

O presidente demissionário António Domingues recusou o pedido do Governo para ficar mais alguns dias em funções, para depois passar o testemunho a Paulo Macedo.

Contactado pela TSF, o Ministério das Finanças confirmou que António Domingues não aceitou adiar a sua saída do banco público, depois de ter apresentado a demissão a 25 de novembro.

O Governo manifesta, no entanto, a expectativa de que a nova administração da Caixa Geral de Depósitos tome posso nos próximos dias.

A equipa de Paulo Macedo só pode começar a trabalhar depois de receber o aval do Banco Central Europeu (BCE). Entretanto, a transição será assegurada pelos quatro administradores da CGD que permanecem em funções, mas não podem tomar decisões que vão além da gestão corrente.

O Jornal de Negócios adiantou esta segunda-feira que António Domingues rejeitou prolongar o seu mandato até ao final de janeiro, quando deverá entrar a equipa liderada por Paulo Macedo, tendo informado o ministro das Finanças, Mário Centeno, na sexta-feira.

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de