Manifesto dos 74 apoiado por 74 economistas estrangeiros

Num documento, citado pelo jornal Público, com conteúdo muito semelhante ao promovido por João Cravinho e Bagão Félix, 74 economistas estrangeiros expressam «preocupações quanto aos efeitos da estratégia de austeridade na Europa».

Setenta e quatro economistas estrangeiros publicaram um manifesto, a que o jornal Público teve acesso, em que defendem a reestruturação da dívida, juntando-se assim a 74 personalidades portuguesas que defenderam a mesma ideia na última semana.

No manifesto "Reestruturar a dívida insustentável e promover o crescimento, recusando a austeridade", estes economistas expressam «preocupações quanto aos efeitos da estratégia de austeridade na Europa».

Num documento com conteúdo muito semelhante ao promovido por João Cravinho e Bagão Félix, entre outros, estes 74 economistas dizem apoiar os «esforços dos que em Portugal propõem a reestruturação da dívida pública global».

Para estes economistas, esta reestruturação é «no sentido de se obterem menores taxas de juro e prazos mais amplos, de modo a que o esforço de pagamento seja compatível com uma estratégia de crescimento, de investimento e de criação de emprego».

Os economistas de duas dezenas de países que assinaram este documento, entre os quais estão académicos respeitados ligados ao FMI, falam ainda numa recessão curativa e numa austeridade expansionista, que deve ser rejeitada.

Neste manifesto, defendem que a receita seguida em Portugal aumentou a dívida pública e impôs sofrimento social ao passo que se deu uma redução dos salários e pensões.

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