PM considera "boa notícia" redução dos desequilíbrios macroeconómicos

O primeiro-ministro fica satisfeito por Portugal sair da lista de países com "desequilíbrios macroeconómicos excessivos", mas diz ainda é preciso apostar na inovação como motor de desenvolvimento.

O primeiro-ministro classificou esta quarta-feira como uma "boa notícia" Portugal ter saído da lista de Estados-membros com "desequilíbrios macroeconómicos excessivos", afirmando ser necessário continuar a apostar na inovação como motor de desenvolvimento.

"Mais uma vez tivemos a boa notícia de Portugal ter sido reclassificado e ter saído da classificação de graves desequilíbrios para a situação de desequilíbrios, juntando-se à generalidade dos países da União Europeia", afirmou o chefe do Governo, no Porto.

Para o primeiro-ministro, se Portugal quer "continuar esta trajetória, continuar a ter níveis de crescimento" como os registados no ano passado, "continuar a reduzir o desemprego" como tem vindo a reduzir e continuar "a ter finanças mais sólidas", é preciso "apostar na inovação como grande motor de desenvolvimento".

"E para termos inovação precisamos de ter bom investimento, bom investimento estrangeiro e, para isso, é essencial investimento estrangeiro", afirmou o primeiro-ministro, no âmbito da cerimónia de inauguração do Centro de Competências de Tecnologias de Informação da Natixis em Portugal.

A Comissão Europeia retirou hoje Portugal da lista de Estados-membros com "desequilíbrios macroeconómicos excessivos", por ocasião da adoção do "pacote de inverno de semestre europeu" de coordenação de políticas económicas, considerando agora que o país apresenta apenas "desequilíbrios".

Depois de, em novembro passado, Bruxelas ter identificado 12 Estados-membros que considerou merecerem uma "análise aprofundada" devido aos seus desequilíbrios macroeconómicos, hoje decidiu retirar um desses países da lista (a Eslovénia) e desagravar o nível de desequilíbrios de outros três, Portugal, França e Bulgária, que passam a ser considerados países simplesmente com "desequilíbrios económicos".

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