Salários brutos cresceram 40 euros em 12 meses

Os salários brutos aumentaram em média 3,4% no segundo trimestre em relação ao período homólogo, atingindo 1.141 euros mensais. Salário mínimo aproxima-se do ordenado médio.

No final de junho de 2018 a remuneração bruta mensal média no país era de 1.141 euros, que cresceram para 1.180 euros no final do primeiro semestre deste ano.

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (INE), que sublinha que esta evolução "corresponde a uma ligeira aceleração, de 0,1 pontos percentuais, do crescimento observado em março de 2019 (3,3%)".

O INE realça que os salários variam muito com o sector de atividade: em junho de 2019, a remuneração total variava entre 787 euros, na agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca, e os 3.372 da eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio.

Em relação ao mesmo período do ano passado, os setores cujos salários mais cresceram foram a educação com um aumento de 6%, os transportes e armazenagem com 4,8% e o alojamento, restauração e similares com 4,3%.

Quando se olha para a evolução nos últimos cinco anos - ou seja, desde a saída da troika - a remuneração média mensal aumentou 10,2% em termos nominais e 6,1 % em termos reais. No início do ano em que o resgate financeiro terminou, o salário bruto médio atingia 1.024 euros; em junho deste ano fixou-se nos 1.128 euros.

Neste período o número de postos de trabalho aumentou 23,2%.

O INE sublinha também que neste período, o salário mínimo aproximou-se da remuneração média: cresceu 23,7% (de 485 para 600 euros^), enquanto os salários em geral aumentaram 9,9%.

Os peritos escrevem que entre 2014 e 2019, "a Retribuição Mínima Mensal Garantida aproximou-se da remuneração bruta mensal regular, tendo passado de 55,9% deste montante para 63%, no primeiro semestre de 2019, e ultrapassando os 80% em algumas atividades, como as atividades ​​​​​​​administrativas, da agricultura e pesca e do alojamento e restauração".

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