Ministro: "portagens vão servir desenvolvimento económico do interior"

A23, A24, A25, A4 e A22. São as autoestradas onde a partir do próximo mês entra em vigor um desconto de 15% por cento no valor das portagens. Governo diz que é uma redução "prudente e equilibrada".

O governo prometeu baixar o preço das portagens nas autoestradas do interior durante os meses de verão. Hoje chegou finalmente a hora de anunciar publicamente que os descontos entram em vigor a partir de 1 de agosto.

O anúncio será feito esta quarta-feira pelo ministro do Planeamento, numa cerimónia na Covilhã.

Pedro Marques dá conta das autoestradas onde haverá preços mais baratos

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É lá que Pedro Marques vai dar conta das autoestradas contempladas e do valor do desconto. À TSF o ministro adiantou que são cinco, as vias onde vai passar a ser mais barato circular. "A23, A24, A25, A4 e A22. Esta é uma decisão que cumpre um promessa eleitoral do governo e que é importante para a economia desta regiões do interior, para o desenvolvimento desta regiões que têm fatores de desenvolvimento mais difíceis pela sua distância aos principais centros urbanos. Para além disto permite uma melhor mobilização de e para o interior".

O ministro do Planeamento diz que desconto de 15% é "prudente e equilibrado"

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O desconto a aplicar já a partir do próximo mês será de 15% para os veículos ligeiros e "teremos depois descontos maiores e períodos maiores de descontos durante o dia para os veículos de transporte de mercadorias" adianta Pedro Marques à TSF. O ministro do Planeamento acrescenta que 15% "é um valor significativo, prudente e sustentável para contas públicas e para a empresa Infraestruturas de Portugal".

À TSF, o ministro Pedro Marques traçou, ainda, as principais linhas do Plano de Investimentos Ferrovia 2020

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Na cerimónia de hoje, na Covilhã, o governo, no âmbito do Plano de Mobilidade para o Interior, vai apresentar também o Plano de Investimentos Ferrovia 2020.

Pedro Marques fala num investimento de 2 mil milhões de euros, até ao final da década que visa reforçar as linhas que servem os principais portos nacionais, como o de Sines, e o interior do país.

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