PR apela ao «bom senso» no conflito laboral na Autoeuropa

O Presidente da República apelou, esta segunda-feira, ao «bom senso» na resolução do conflito laboral na Autoeuropa, advertindo para o efeito «extremamente negativo» se a fábrica sair de Portugal.

«Eu espero que o bom senso prevaleça e que se chegue a um acordo», disse aos jornalistas portugueses em Londres, onde foi recebido pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
   
Anibal Cavaco Silva reiterou o que «tem sido reconhecido por todos» ou seja, que «os efeitos de uma saída da Autoeuropa de Portugal são extremamente negativos» para o país.
   
Os trabalhadores da Autoeuropa rejeitaram quarta-feira o pré-acordo laboral que previa uma redução do pagamento do trabalho extraordinário em seis sábados por ano como forma de aumentar a flexibilidade da empresa para enfrentar a crise do sector automóvel.
  
O "não" ao pré-acordo laboral ganhou, com 1381 votos, contra 1252 votos a favor do "sim", 28 votos em branco e sete nulos.
 
O pré-acordo laboral que tinha sido previamente negociado entre a administração e a comissão de trabalhadores previa uma redução no pagamento do trabalho em seis sábados por ano, desde que os trabalhadores já tivessem usufruído de mais do que os 22 “downdays” (dias sem produção) anuais.

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