Precários Inflexíveis: é preciso solução para os casos que acontecem no Estado

Os Precários Inflexíveis consideram um "avanço assinalável" a intenção de alargar o âmbito da chamada lei dos falsos recibos verdes. Mas voltam a alertar para a situação que se vive no Estado.

Marco Neves Marques, dirigente da associação Precários Inflexíveis (PI), recorda que boa parte dos casos de precariedade acontecem no Estado, onde a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) não tem qualquer intervenção.

A associação revela que o Governo está a fazer um levantamento das situações de trabalhadores precários na administração pública, o que é visto pelos PI como um bom sinal.

Marco Neves Marques, entrevistado por Guilhermina Sousa, diz que é "um avanço assinalável" mas é preciso mais

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Marco Neves Marques sublinha que é preciso encontrar um caminho para estas pessoas e esse caminho só pode ser o da integração nos quadros do Estado.

Ainda assim, os Precários Inflexíveis entendem que a chamada lei dos falsos recibos verdes, que entrou em vigor em setembro de 2013, está a dar resultados; por isso, é um "avanço assinalável" a intenção de alargá-la a outras situações, como os falsos estágios e as bolsas.

Ontem, o Bloco de Esquerda anunciou o acordo com o Governo para que os trabalhadores abrangidos por estes tipos de situações também tenham direito a um contrato de trabalho.

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