Privatização da TAP é pouco transparente, diz Basílio Horta

No Parlamento, este deputado do PS lembrou que este processo foi feito sem concursos públicos e apenas com recurso a «negociações diretas».

O deputado socialista Basílio Horta considerou, esta quarta-feira, na Comissão Parlamentar de Economia, que o processo de privatização da TAP é pouco transparente, uma vez que «não há concursos públicos».

«Tudo é negociações diretas. Os cadernos de encargos são aprovados em resolução de Conselho de Ministros na mesma altura em que são indicados os interessados, ou seja, há negociações sem caderno de encargos», contestou.

A poucas horas de ser conhecido o destino da TAP, o deputado do PS classificou este processo de privatização como «paradigmático».

«Na resolução do Conselho de Ministros nº4 aprova o caderno de encargos, no nº5 indica o único concorrente. Não se sabe nem se explica porque outras empresas que tinham interesse desistiram», lembrou.

Na resposta, o ministro da Economia perguntou a Basílio Horta, «quais são as cláusulas do caderno de encargos» da privatização da TAP com «bilhete de identidade do senhor Efromovich», o único candidato à compra da transportadora aérea.

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