Regresso às 35 horas de trabalho "não aumentou custos com pessoal"

Ministro das Finanças justifica aumento da rubrica em 2016 com outros fatores.

Mário Centeno garante que não houve um aumento do custo global com pessoal

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Mário Centeno assegura que o regresso às 35 horas semanais do horário de trabalho na Administração Pública não implicou um aumento da rubrica dos custos com pessoal.

O ministro das Finanças dá a conhecer os fatores que explicam o aumento

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Na Comissão Parlamentar de Trabalho e Segurança Social, o ministro das Finanças garantiu que essa medida não contribuiu para o crescimento de "680 milhões de euros da despesa com pessoal em 2016", que justificou com três fatores: um volume de 60 milhões de euros que, no Ministério da Educação, deveria ter sido pago em 2015 mas só foi concretizado em 2016; uma decisão judicial que obrigou ao pagamento de retroativos de remunerações de trabalhadores do IEFP no valor de 40 milhões de euros; e a reversão dos cortes salariais na função pública, que custou 338 milhões de euros.

Centeno destacou ainda as dotações provisionais na área da Educação, no valor de 262 milhões de euros, para explicar o aumento do crescimento das despesas com pessoal, que na ótica do ministro, está relacionado com fatores "que não a redução do período normal de trabalho para 35 horas".

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