A candidata, que esta manhã iniciou campanha em Sintra, no centro histórico a comer um travesseiro (na Piriquita), afirma que o presidente da República deve ficar de fora da negociação.
Maria de Belém caiu na tentação do travesseiro
Os travesseiros (doce típico da vila património da humanidade) são uma tentação para Maria de Belém que confessa ter agora capacidade para comer apenas um porque tem "muito cuidados com o açúcar", mas que em tempos "quando era nova comia dois e três por dia". Valia-lhe o facto de pensar que estava a contrabalançar o açúcar dos ovos-moles com o bem da amêndoa enquanto fruto seco". Hoje, não resistiu à tentação"
Antes que pudesse provar o travesseiro de hoje, Maria de Belém foi confrontada com o impasse que se vive entre sindicatos e governo em relação às 35 horas semanais. "Acho que se deve apostar em que as pessoas cheguem a acordo e há sempre estes momentos, é o momento para a negociação. Acho que ninguém deve interferir no processo negocial".
O Presidente da República não deve interferir no processo negocial, muito menos um candidato.
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Em relação ao possível incumprimento do défice, Maria de Belém é otimista: "estão sempre a pensar em cenários complexos e eu tenho uma perspetiva otimista das coisas e que vamos conseguir fazer.
Mais respostas só para mais tarde, agora é hora do travesseiro: "Temos aqui estes tabuleiros fantásticos à nossa frente, com um cheirinho fabuloso e agora não nos deixam começar a comer".

