Quase, quase nos cinco primeiros

Pequenos candidatos? "Pequena é a Maria de Belém, que é mais baixa que eu!" Vitorino Silva está convencido que se o tratamento mediático tivesse sido equilibrado, os resultados teriam sido outros.

Catarina, é o pai! Estás contente?" Foi a primeira chamada telefónica que fez depois de conhecidos os primeiros resultados. As outras, centenas, iam sendo atendidos pelos próximos de Vitorino Silva, que o acompanharam até ao 10º andar da Torre 2 das Amoreiras.

Tino de Rans votou a norte, e depois de 300 km de viagem, chegou à sede "regional" (como lhe chamou) perto das 7 da tarde. De pastilha elástica na boca respondeu à primeira pergunta da TSF "não estou nervoso, nada mesmo! Estou entusiasmado". Colou-se à televisão da pequena sala, pequena para tantos jornalistas e emoções.

Às oito não saltou de alegria, não houve aplausos, ele queria "mais uma voltinha", queria ir "à liga Europa". Os aplausos e os abraços haveriam de surgir mais tarde, quando foram conhecidos os resultados no Porto e, claro, em Rans, onde o Tino foi o grande vencedor.

Depois de diretos, entrevistas, veio a chamada para a filha. Catarina, com 18 anos, esteve na mesa de voto de Rans e entregou o boletim de voto ao pai. Não viajou até Lisboa e Vitorino Silva não quis deixar de a ouvir "o mais importante para mim é que ela fique contente". "Estás contente, Catarina?" Catarina deu-lhe os resultados, e ainda brincou com o pai "o Cândido Ferreira não teve nenhum voto aqui", Tino respondeu "isso deve ser porque não tem nenhum doente em Rans".

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