A incidência de infeções deverá começar o seu "processo descendente nas próximas semanas"

Pico de infeções já terá passado a 30 de janeiro. INSA calcula entre 3% e 7% da população isolada

Baltazar Nunes, investigador do Instituto Nacional de Saúde Pública, prevê que o número de infeções comece a descer nas próximas semanas, e levanta algumas hipóteses: se o máximo de novos casos tiver sido alcançado nos últimos dias, se não forem ultrapassados os 50 mil casos diários, então o número de confinados a 30 de janeiro deverá rondar os 310 mil. No pior dos cenários, pode ser mais do dobro: 720 mil.

Após a dose de reforço, a efetividade da vacina chega a 88%

Vacina menos eficaz com Ómicron do que com a Delta. Dose de reforço aumenta proteção

Apesar da maior prevalência, o peso relativo (internamentos e óbitos) da nova variante Ómicron é menos elevado. Há vários sinais de menor gravidade da infeção com Ómicron e que o risco de internamento em cuidados intensivos é inferior. A efetividade da vacinação também é menor e o decaimento do efeito de proteção das vacinas é mais rápido, mas esta efetividade é reposta com a dose de reforço, pelo que se pode concluir que há um "padrão diferente nesta onda".

Pedidos de ajuda humanitária vão atingir recordes, 8000 infeções diárias no Natal e outros destaques

Pedidos de ajuda humanitária vão atingir recordes, 8000 infeções diárias no Natal e outros destaques TSF

Para ler ao meio-dia, também a entrevista TSF à psicóloga norte-americana Elizabeth Loftus que mudou a forma de pensar o processo da memória, o recorde diário de testes à Covid-19 em Portugal, o novo medicamento contra o coronavírus aprovado pelo regulador britânico, a viagem do papa Francisco ao Chipre e à Grécia, os quase 300 migrantes resgatados ao largo das Canárias e a situação "dramática" no Afeganistão.