EPIS - Empresários Pela Inclusão: a missão de mudar vidas

A Associação Épis - Empresários pela Inclusão entregou bolsas sociais a jovens que não conseguem pagar os estudos. Antes, o tema esteve em debate na TSF e contou com a Fundação Amélia de Melo, um dos principais parceiros da associação e uma professora, autora de um projeto apoiado.

A Associação Épis - Empresários pela Inclusão entregou esta quarta-feira dezenas de bolsas sociais a crianças e jovens carenciados. É nesta associação sem fins lucrativos, que conta com dez anos de atividade, que as empresas encontram uma plataforma credível para poder ajudar os mais novos a prosseguirem os estudos, seja desde o ensino básico até ao ensino superior, incluindo mestrados.

Antes da cerimónia de entrega das bolsas sociais, que voltou a realizar-se à distância devido à pandemia, a TSF esteve a debater o impacto social desta iniciativa. Numa conversa moderada pelo jornalista Guilherme de Sousa, a conversa contou com a presença de Diogo Simões Pereira, secretário-geral da Épis, Jorge Quintas, secretário-geral da Fundação Amélia de Mello e Sandra Gonçalves, professora e autora do projeto "Recreios Coloridos".

A 11.ª edição do programa de Bolsas Sociais EPIS está organizada em seis áreas e treze categorias de atribuição, com processos e critérios de seleção distintos, estando previsto considerar as implicações comprovadas da crise pandémica na vida dos alunos candidatos.

Em 2021, o programa contou com mais duas novas áreas que distinguem as boas práticas de promoção de inclusão digital de crianças e jovens e o mérito académico de alunos que terminam o ensino superior e que prossigam estudos para mestrado de 2 anos.

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