Bruxelas quer proteger a comunidade LGBTI mas ainda há muito a fazer

Apesar de 70% dos europeus apoiarem a igualdade de direitos de pessoas LGBTI, a discriminação e assédio da comunidade ainda é uma realidade em muitos países europeus.

Uma em cada duas pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgénero e intersexuais sentiram-se discriminadas devido à orientação sexual, uma em cada quatro foi atacada fisicamente e uma em cada cinco foi discriminada no trabalho.

São dados de um inquérito da União Europeia sobre pessoas LGBTI que mostram que ainda há caminho a fazer para promover os direitos da comunidade.

O Parlamento Europeu tem apelado à adoção de uma política plurianual de proteção dos direitos fundamentais da comunidade.

Já a Comissão publicou uma lista de ações para promover a igualdade das pessoas LGBTI: melhorar os direitos ao nível da União Europeia, monitorizar a aplicação dos direitos que já existem, apoiar e financiar organizações não-governamentais LGBTI, apoiar as conhecidas marchas "gay pride" e fomentar a igualdade das pessoas LBGTI fora da União Europeia, já que a homossexualidade ainda é criminalizada em mais de 70 países.

Bruxelas tem vindo a promover a igualdade de tratamento e direitos, independentemente da orientação sexual de cada mas ainda há muitos direitos que são da responsabilidade de cada Estado-membro como o casamento, a adoção e a procriação medicamente assistida por casais do mesmo sexo.

"Sabia que? Tudo o que precisa de saber sobre a União Europeia" faz parte do projeto da TSF A Hora da Europa, com o apoio do Parlamento Europeu.

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