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Bruxelas quer que as letras pequeninas dos rótulos promovam escolha consciente dos alimentos

A União Europeia defende que os cidadãos têm o direito de saber de que forma os alimentos são produzidos, processados, embalados e vendidos.

Há cada vez mais informação nas rotulagens das embalagens mas nem sempre foi assim. A União Europeia chegou a acordo sobre normas de uniformização da rotulagem, fazendo com que todos os alimentados embalados passassem a ter a obrigatoriedade de apresentar uma lista de ingredientes e informação nutricional.

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O rótulo passou a ter um tamanho mínimo de fonte, a exigir certas informações nutricionais e uma lista de ingredientes artificiais. Os alimentos têm também de apresentar, obrigatoriamente, rótulos com a indicação do ingrediente substituto para alimentos "imitação" e a informação sobre a origem da carne e dos ovos.

Para os alimentos que possam conter a presença de elementos alérgenos, como frutos secos, glúten, leite ou soja, a lista de ingredientes tem de estar claramente destacada, quer em produtos pré-embalados, quer em em cantinas e restaurantes.

Os alimentos que afirmam ser "magros" ou "rico em fibras" devem prová-lo de forma científica porque existe legislação para proteger os consumidores de falsas alegações de saúde e nutrição.

Em termos de substitutos de refeição, como batidos e barritas, a União Europeia definiu também requisitos especiais para a composição desses produtos.

"Sabia que? Tudo o que precisa de saber sobre a União Europeia"faz parte do projeto da TSF A Hora da Europa, com o apoio do Parlamento Europeu.

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