CDS: a "direita democrática e tolerante" segundo Nuno Melo

Depois de desejar que "o 25 de novembro, vença o 11 de março" nestas eleições europeias como sinal de combate aos extremismos, o candidato centrista defende que o partido tem espaço para crescer à direita com o "recentramento" do PSD de Rui Rio

Nuno Melo considera que o CDS "tem margem para crescer" e defende que o "recentramento" do PSD com a liderança de Rui Rio abre espaço aos centristas. Insistindo que o CDS é de direita "com muito orgulho", "a direita da tolerância", o cabeça-de-lista dos centristas às eleições europeias considera que "sociologicamente, o espaço de direita tem de estar representado em mandatos na assembleia da República e no Parlamento Europeu", salientando que "hoje o PSD de Rui Rio se posiciona ao centro" do espetro político.

À margem de uma iniciativa com autarcas do distrito de Aveiro, em Oliveira do Bairro, Nuno Melo rejeitou "confusões" ou que o CDS seja confundido com a extrema direita e garantiu que, enquanto partido "tolerante" e da "direita democrática", os centristas podem fazer a diferença, impedindo o crescimento de movimentos radicais. "Somos de direita com muito orgulho. Não somos é de extrema-direita. Distinguimo-nos e combatemos essa extrema-direita para que a direita que existe em Portugal possa prevalecer nas urnas", afirmou. Para o candidato, qualquer extremismo é negativo e, por isso, reiterou o desejo assumido esta sexta-feira à noite num jantar com apoiantes no Montijo: "que o 25 de novembro vença o 11 de março" no próximo dia 26 de maio.

Adepto confesso do Benfica, este sábado Nuno Melo cumpriu a última iniciativa de campanha ainda durante a tarde em Oliveira de Azeméis e, segundo fonte do partido, optou por ver o jogo da última jornada do campeonato, entre o Benfica e o Santa Clara, em casa com a família.

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