Ricardo Arroja, o homem da economia que quer passar das palavras aos atos

Ricardo Arroja foi o nome escolhido para cabeça de lista do partido Iniciativa Liberal. A primeira experiência na política é uma candidatura ao Parlamento Europeu.

Aos 41 anos, Ricardo Arroja resolveu passar das palavras aos atos e ser candidato às eleições Europeias pelo partido Iniciativa Liberal. Esta é a primeira ida às urnas do partido fundado em 2017 e a primeira vez do candidato na política.

Quem conhece o cabeça de lista, descreve-o como alguém que tem a coragem de defender o liberalismo, uma pessoa competente, focada e que nunca se desvia daquilo em que acredita.

Por outro lado, a personalidade do economista é marcada pelo bom humor e pela irreverência. O Iniciativa Liberal acredita que se trata da pessoa certa para o lugar certo, um homem da economia que deve estar na política por não precisar dela e por ter espírito de civismo.

Ser o centro das atenções não é uma preocupação, mas a liberdade das redes sociais não o atrai e mantém-se longe do Facebook e do Twitter por opção. Aliás, quando começou o doutoramento 'desligou-se' até de um grupo onde os autores do blog O Insurgente comunicavam só para não se distrair.

Ricardo Arroja tem quatro filhos, passou grande parte da infância no Canadá e quando tem tempo livre gosta de dedicá-lo essencialmente aos livros.

O economista começou o percurso profissional com uma licenciatura na Universidade de Economia do Porto e está a tirar o doutoramento na Universidade do Minho. Durante a carreira administrou empresas, foi consultor de políticas públicas e nos últimos dois anos foi administrador executivo de uma sociedade de investimentos em pequenas e médias empresas, que ajudou a colocar em bolsa.

Além de ser professor há 10 anos, é comentador e escreve artigos de opinião regulares na imprensa. O livro 'As Contas Politicamente Incorrectas da Economia Portuguesa' é da sua autoria.

Agora, e com a certeza de que as decisões da Europa têm cada vez mais impacto em Portugal, Ricardo Arroja prepara-se para usar na política os ensinamentos da economia.

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