A cibersegurança começa e acaba nas pessoas

A resposta mais comum ao desafio da segurança cibernética passa pela instalação de firewalls, pela criação de redes ultrasseguras, pela encriptação de ligações, pela gestão de passwords, mas normalmente numa estratégia de cibersegurança falha a formação e a partilha de conhecimento com os colaboradores, que são os verdadeiros utilizadores dos sistemas.

Não é novidade que a digitalização das empresas acarreta um enorme desafio de cibersegurança.

Acautelar medidas de segurança informática é uma preocupação cada vez maior nas organizações. É fundamental proteger a informação que circula todos os dias pelo email, clouds e outros sistemas de armazenamento que possuem dados pessoais, sensíveis e confidenciais.

No topo das ameaças cibernéticas está o erro humano, apontado por vários estudos e pesquisas como a principal causa de ataques cibernéticos e violações de dados pessoais.

Com a adoção generalizada do trabalho híbrido, e com isso mais pessoas a trabalhar fora do escritório, há uma maior probabilidade de utilização de dispositivos pessoais e conexões com redes desconhecidas. Aqui nem sempre a tecnologia implementada terá as mesmas medidas e controlos de segurança fornecidos pela infraestrutura de nível empresarial.

Quer seja por ignorância ou negligência, os utilizadores cometem erros básicos, que poderiam ser facilmente evitados através de formação. O erro humano pode passar pela abertura de um email infetado, pela definição de passwords fracas, pelo envio de dados sensíveis por meios inseguros ou pela partilha de senhas. Tudo situações que permitem abrir brechas na segurança de qualquer organização.

A resposta mais comum ao desafio da segurança cibernética passa pela instalação de firewalls, pela criação de redes ultrasseguras, pela encriptação de ligações, pela gestão de passwords, mas normalmente numa estratégia de cibersegurança falha a formação e a partilha de conhecimento com os colaboradores, que são os verdadeiros utilizadores dos sistemas.

A segurança digital é um elemento fundamental na confiança nas organizações, mas é também um risco que deve ser gerido de forma transversal e não ficar escondido unicamente nos departamentos de TI.

Estes e outros conteúdos estão disponíveis para ouvir na página do Minuto Moneris onde a consultora dá os melhores conselhos de governação para a rentabilização dos negócios das empresas.

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