O património mundial da Tapada de Mafra é "natureza em estado puro"

O "Na minha praia" foi visitar a Tapada de Mafra e conviveu de perto com veados, gamos e javalis.

A Tapada de Mafra é uma regicooperativa, uma cooperativa sem fins lucrativos, que está assim no papel desde o tempo dos reis. São 800 hectares que precisam de ser preservados todos os dias. Tapada de Mafra é Património Mundial da Humanidade: um símbolo atribuído agora em julho, que se espera que traga mais gente a este bosque encantando onde veados, gamos ou javalis andam à solta na natureza.

Sem financiamentos do Estado, a Tapada de Mafra subsiste apenas com dinheiro das bilheteiras. O bilhete normal custa 4 euros. Há dois anos passaram por este espaço 70 mil visitantes, mas está preparado para receber bem mais. Pelo menos o dobro é o que pretende Paula Simões, a diretora da Tapada Nacional de Mafra.

Para a TSF foi uma aventura. Conviver de perto com veados, gamos e javalis. Sentir-lhes o cheio e até o toque de um ou outro mais atrevido. Uma convivência sã entre animais e humanos.

A Tapada de Mafra foi criada no século XVIII, em 1747, para ser um espaço de caça para o rei e para a corte, e para fornecer lenha e outros produtos para o palácio e o convento de Mafra. É um espaço murado em alvenaria de pedra e cal, um muro que tem uma extensão de 21km.

A Tapada de Mafra está a poucos quilómetros da praia da Ericeira, "Na minha praia", escolhida pela jornalista e escritora Alice Vieira.

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