Dois meses depois, os problemas e as lacunas começam a revelar-se no Watch GT2

Com a nova geração Watch GT2, a Huawei pode finalmente gabar-se de ter um SmartWatch. Faz tudo o que as pulseiras de fitness fazem e tem mais alguns truques na manga, como atender chamadas. Mas com o passar do tempo vai revelando alguns problemas.

Antes de mais nada, talvez seja melhor deixar aqui uma recomendação. O Watch GT 2 da Huawei já foi alvo de uma análise aqui. É importante que ela seja lida já que este vídeo que aqui se publica é, em boa verdade, um acrescento a esses dados.

E por um acrescento, entenda-se: um lamento.

Foi há cerca de dois meses que o mundo pode abrir as primeiras caixas da nova geração dos relógios inteligentes da Huawei. O aspeto, a autonomia, a ligação ao Spotify e ao telefone foram coisas que garantiram que o Watch GT2 fosse bem recebido. E ainda hoje, tudo é válido. Continua a ser dos melhores dispositivos deste tipo, pelo menos naquela faixa de preços.

Mas em dois meses apareceram coisas menos boas. Por exemplo, a bracelete, que é de pele, está a ganhar novas tonalidades. Já ao nível da aplicação para o telemóvel, era bom que os dados recolhidos fossem partilhados com outras apps de fitness. Não são. Também a passagem das músicas do telefone para o relógio devia ser bem mais rápida. Mas sem WiFi, não há milagres, só Bluetooth.

Por outro lado também já se percebeu que numa versão futura - para além do WiFi - também a tecnologia eSIM terá de ser incluída.

O mesmo se passa com a ausência de algum tipo de assistente virtual, como a Siri, ou o Assistente Google. Aproveitando o facto de o relógio ter microfone seria ótimo poder dizer qualquer coisa como "Hei Google ativa um alarme para amanhã às 9 da noite". Mas não dá.

Talvez no Watch GT 3, Huawei? Era bom.

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