Com o "7 Pro" a OnePlus entrou no campeonato dos topo-de-gama

E à hora marcada, a OnePlus desvendou o telefone com que quer conquistar o mundo.

Na verdade são dois equipamentos, mas um deles é claramente mais interessante que o outro. E é também um argumento em prol da teoria de que há marcas que estão a carregar em demasia no preço dos seus topo-de-gama.

É certo que o OnePlus 7 Pro é mais caro do que os seus antecessores. Atinge mesmo um valor que quem está a comprar um telefone já se permite olhar para o lado e ver a que preço estão, por exemplo, os iPhones mais baratos.

Só que com este incremento do preço base vieram também características mais avançadas. É o caso do ecrã OLED e com lados curvos de 6,7 polegadas. Quase que nem tem moldura e ao contrário das soluções encontradas pela Samsung, Apple ou Huawei, o OnePlus 7 Pro nem tem um entalhe para a câmara das selfies. Essa lente está escondida no topo e só aparece quando for ativada pelo utilizador.

Ainda no ecrã destaque para a taxa de atualização de 90Hz. É 50% mais rápida do que na maior parte dos concorrentes. A fabricante diz que não só as imagens ficam muito mais fluidas, como o tempo de resposta ao toque é diminuído.

Tem um leitor de impressões digitais debaixo do ecrã, Bluetooth 5, um processador bastante recente o: Snapdragon 855, uma bateria muito espaçosa, uma câmara principal de 48MP, uma grande angular de 16 e uma telefoto (que aproxima 3x) de 8Megapíxeis .

Vem em três versões diferentes. A menos avançada é a de 6GB de RAM e 128GB de armazenamento. A avançadíssima tem uns enormes 12GB de RAM e 256GB de espaço.

O OnePlus 7 Pro mais barato vai custar 710 euros e o mais caro 820. Fonte ligada à empresa estima que ainda vai demorar um mês até que estejam à venda em Portugal.

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