Days Gone, um blockbuster que não começa bem

No mundo dos videojogos "Days Gone" é o grande lançamento desta (e das últimas) semanas.

Trata-se de um título de ação com o selo da Bend Studios que atira o jogador para o Estado do Oregon, nos Estados Unidos e para um mundo povoado por zombies e humanos que para lá caminham.

A história começa dois anos depois de uma pandemia ter desgraçado a humanidade.

Podia-se pensar que com este pano de fundo o jogo não teria grande enredo, mas não é isso que se passa. A componente narrativa tem bastante peso no desenrolar da ação e a Sony resolveu mesmo apostar em vozes portuguesas para que os jogadores nacionais não percam pitada do argumento e dos diálogos.

O protagonista é Deacon St. John um motoqueiro/caçador de prémios que vai passar o jogo inteiro a tentar encontrar uma razão para continuar a viver e sobreviver, tanto a hordas de zombies, como também a gangues que entretanto se formaram neste mundo pós-apocalítico.

O jogo desenrola-se num mundo aberto e os gráficos estão afinadíssimos mas a julgar pelas primeiras análises publicadas online e recolhidas pelo site metacritic podemos estar perante uma oportunidade perdida.

A média, por enquanto, é de 72 pontos em 100. Uma espécie de bom menos, ou suficiente mais aplicado a um jogo que custou milhões de euros a produzir e onde estavam ancoradas muitas expectativas.

As atualizações e novidades que estão já prometidas para o Days Gone vão ser muito importantes para perceber em que posição fica este jogo na lista de melhores do ano.

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