"O país está preparado dentro da medida do possível." Van Dunem reage a ciberataques

Francisca Van Dunem pede que os recentes ataques não alarmem as pessoas, porque esta é uma das preocupações em que as instituições internacionais têm vindo a trabalhar.

A Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, acredita que nenhum país ou instituição está imune aos ciberataques que que Portugal está preparado "dentro da medida do possível". A ministra assume estar preocupada e pede que deixem as autoridades trabalhar.

"Claro que estou preocupada. É uma questão que deve preocupar todos. (...) É uma matéria que está a ser tratada quer ao nível dos serviços de inteligência, quer pelas polícias, por isso vamos deixá-los trabalhar", admite a Francisca Van Dunem.

A ministra revela que Portugal está preparado para atuar e responde a estes ataques na medida do possível: "Se me perguntarem se o país está preparado, o país está preparado dentro da medida do possível. Não há nenhum país nem nenhuma instituição que esteja completamente imune a estes ataques. Já viram o Pentágono ser atacado, não viram?"

"Estão criadas todas as condições para que o país se possa defender em caso de ataque", garante a ministra. "O Ministério da Justiça criou todas as condições para que a PJ esteja equipa, nomeadamente uma unidade especial de combate ao cibercrime. Efetivamente terá não só os meios técnicos e tecnológicos, como foi tendo ao longo do tempo, nos últimos anos, os meios humanos para reagir a este tipo de situações", explica.

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No entanto, "estas matérias são muito evolutivas", por isso, segundo Francisca Van Dunem, é necessário "acompanhar e fazer formações em permanência".

A ministra da Justiça pede que estes casos não gerem alarme na população, porque "uma das grandes preocupações que existe hoje, quer a nível europeu como internacional, é o cibercrime" e revela que essa atividade criminosa "que já vinha crescendo ainda antes da pandemia, mas que se agravou no contexto pandémico".

Estes criminosos "atuam não só a nível nacional, como internacional", por isso "o que há a fazer é as polícias dos vários países trabalharem com grande articulação", conclui Francisca Van Dunem.

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