Guiné-Bissau: Acordo prevê eleições num máximo de dois anos

Os partidos da oposição e o Comando Militar assinaram hoje em Bissau um acordo que dissolve o parlamento e cria um Conselho de Transição para marcar eleições num prazo de dois anos.

Na Guiné-Bissau já foi assinado o acordo entre o Comando Militar, responsável pelo golpe de Estado da passada quinta-feira, e vários partidos da oposição.

O texto, hoje assinado entre o Comando Militar, responsável pelo golpe de Estado, e e vários partidos da oposição e que prevê a dissolução do Parlamento, recebeu o título de "acordo para a estabilização e manutenção da ordem constitucional e democrática".

O PAICG, o partido que estava no poder antes do golpe de Estado, não subscreve este documento que prevê também a criação de um Conselho de Transição que deve marcar eleições num prazo de dois anos.

Com este acordo, os partidos da oposição dizem que estão a ser criadas as condições para que o país regresse à normalidade e para que os militares regressem aos quartéis.

Continuar a ler

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de

Patrocinado

Apoio de