Partidos da oposição guineenses avisam CPLP e Portugal

Os partidos da oposição da Guiné-Bissau lembram que a CPLP nada fez quando um Presidente da República guineense foi morto e lembram que a força portuguesa só poderá agir se tiver autorização.

O porta-voz dos partidos da oposição guineenses acusou a Comunidade de Países de Língua Portuguesa de propor uma onda de violência contra a Guiné-Bissau, depois a CPLP ter exigido o regresso à legalidade e criado uma força de interposição com o aval da ONU.

Fernando Vaz lembrou que a Guiné-Bissau «tem história» e recordou que «houve um Presidente da República que foi morto neste país e esses países condenaram na altura e não fizeram nada».

«Hoje entendemos perfeitamente o porquê desta posição e revanche. Quando se discute e se procura internamente solução, posteriormente propõem-se a guerra e uma atitude de violência contra a Guiné-Bissau», explicou.

Este porta-voz adiantou ainda que «acreditamos nos guineenses e estamos à procura de uma via pacífica e de uma solução para resolver a questão do golpe de Estado»

Sobre a força militar enviada por Portugal para a Guiné-Bissau, Fernando Vaz limitou-se a dizer que os «barcos portugueses chegarão à Guiné se forem autorizados a entrar em águas guineenses e resgatarão portugueses se forem autorizados a entrar».

«Somos um país soberano e quem manda nas nossas águas e manda neste país são os guineenses e não os portugueses», concluiu.

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