Erasmus + terá programas mais curtos também dirigidos ao ensino profissional

Bruxelas promete um programa Erasmus mais bem desenhado para levar mais jovens europeus a estudar no estrangeiro.

O programa Erasmus vai deixar de ser um exclusivo do ensino superior e passa também a estar acessível a quem seguir o ensino vocacional e profissional.

Outra das novidades da proposta que define os critérios para a distribuição do Fundo Social Europeu, no futuro quadro comunitário são os programas de estudo no estrangeiro por períodos mais curtos e até a possibilidade das trocas de experiências com o estrangeiro serem virtuais.

Bruxelas promete um programa Erasmus mais bem desenhado para levar mais jovens europeus a estudar no estrangeiro.

Com a nova arquitectura do programa Erasmus +, Bruxelas quer colocar 12 milhões de europeus a estudar lá fora. O comissário da Educação, Tibor Navracsics afirma que o novo Erasmus será um programa com medidas que o vão tornar "mais inclusivo".

"Queremos facilitar a experiência do Erasmus para as pessoas desfavorecidas e vamos fazer isso criando mais modalidades de acesso, como partilhas virtuais ou encurtando os períodos de aprendizagem estrangeiro", disse o comissário.

O comissário quer tornar o Erasmus acessível também a outros graus de ensino, com "iniciativas de mobilidade a outros sectores tal como o ensino vocacional e aos estágios".

Por isso, serão envolvidas outras estruturas no programa financiado pelo futuro orçamento europeu. "Também queremos que organizações mais pequenas aproveitem melhor o Erasmus. Por exemplo, iremos possibilitar-lhes o desenvolvimento de programas curtos, evolvendo somas menores de dinheiro e um procedimento administrativo mais simples", defendeu o comissário da Educação, Cultura, Juventude e Desporto, esperando que, com a duplicação de verbas para 31 mil milhões de europa, o Erasmus plus contribua para a formação de 12 milhões de estudantes europeus, no período de 7 anos, a partir de 2021.

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