EUA acreditam num desarmamento pacífico da Coreia do Norte com a ajuda da China

O vice-presidente norte-americano alerta que se Pequim não o fizer, "os Estados Unidos e seus aliados vão fazê-lo".

"Acreditamos que (o desarmamento nuclear e balístico de Pyongyang) pode ser alcançado de forma pacífica, em grande parte devido ao novo compromisso da China", disse Mike Pence, numa conferência de imprensa em Sydney, juntamente com o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, com quem se reuniu, durante a sua visita ao país.

"Apesar de todas as opções estarem na mesa, deixem-me dizer-vos que os Estados Unidos vão trabalhar de perto com a Austrália, com os nossos aliados na região e com a China para exercer pressão diplomática e económica sobre o regime (de Pyongyang)", disse o número dois da administração norte-americana.

O anúncio de Mike Pence acontece depois de a tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte ter aumentado devido aos últimos ensaios balísticos de Pyongyang.

Turbull apoiou Pence e sublinhou o apelo à China para que utilize a sua influência sobre a Coreia do Norte, país cujo "regime irresponsável e perigoso põe em risco a paz e a estabilidade da região", disse.

O primeiro-ministro australiano evitou pronunciar-se, no entanto, sobre o apoio que o seu país dará a uma eventual intervenção militar.

"Neste momento o apoio que estamos a dar é a nível diplomático", disse Turnbull.

Na conferência de imprensa, Pence e Turnbull comentaram que durante o seu encontro abordaram vários assuntos, como a crise na Coreia do Norte, a situação no Mar do Sul da China, a aliança entre Estados Unidos e Austrália, o reforço das relações comerciais bilaterais, entre outros.

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