Mais jovens, mais mulheres e mais culturas. Terá a verdadeira América chegado ao poder?

Eleições mais diversificadas de sempre acabaram com um Congresso e um Senado mais jovem, mais feminino e mais multicultural.

As eleições intercalares dos Estados Unidos da América foram as mais diversificadas de sempre. A História de uma nova geração de políticos começa agora a escrever-se com mais jovens, mais mulheres, mais culturas e personalidades disponíveis para assumirem abertamente a sua orientação sexual.

Alexandria Ocasio-Cortez tornou-se a congressista mais jovem de sempre. Com 29 anos, origem porto-riquenha e natural do Bronx, a democrata passou de empregada de mesa a figura principal daquilo que diz ser "um movimento maior pela justiça social, económica e racial nos Estados Unidos da América".

Ilhan Omar vai ser a primeira das duas mulheres muçulmanas a ocupar uma cadeira no Congresso. Omar, somali-americana, considera-se uma democrata progressiva e vai suceder ao primeiro muçulmano eleito na Câmara dos Representantes. A segunda muçulmana é Rashida Tlaib, eleita pelo Michigan.

Pela primeira vez em mais de 230 anos de História, o Congresso norte-americano conta agora com duas mulheres indígenas: Sharice Davids e Deborah Haaland. Davids, eleita pelo Kansas, é também a primeira mulher assumidamente lésbica a chegar a uma das Câmaras.

Foi eleito também o primeiro governador assumidamente homossexual. Jared Polis venceu no Colorado , depois de servir a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos durante 9 anos.

Ayanna Pressley foi a primeira congressista negra eleita pelo Massachussetts e Veronica Escobar e Sylvia Garcia as primeiras legisladoras latinas eleitas no Texas.

Já Marsha Blackburn é a primeira senadora eleita pelo Tennessee.

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