A direção da YPG comprometeu-se a aplicar a resolução da ONU, mas reserva-se o "direito de responder, em sua própria defesa, caso haja uma agressão por parte do exército turco ou dos seus apoiantes", lê-se num comunicado divulgado pela organização e citado pela agência de notícias espanhola Efe.
O grupo expressou, ainda assim, o seu compromisso de permitir a entrada de delegações da ONU e de organismos humanitários em Afrine (província síria de Alepo), um enclave curdo no extremo noroeste da Síria, e pediu a todas as partes do conflito que sejam o seu exemplo, apoiando a aplicação da resolução, aprovada por unanimidade no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, as forças turcas e os grupos sírios aliados de Ankara continuaram hoje a sua ofensiva em Afrine, tomando várias localidades fronteiriças e enfrentando as forças da YPG em várias zonas do enclave curdosírio.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas defendeu hoje o fim das hostilidades em todo o território sírio durante 30 dias.
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A Turquia lançou uma ofensiva em Afrine no passado dia 20 de janeiro contra a YPG, um grupo que considera terrorista devido aos seus vínculos com a guerrilha curda presente no seu território, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

