Não há sorrisos em Madaya

A cidade síria está cercada há seis meses. Faltam medicamentos e comida. Quem lá esteve descreve "uma cidade esquecida".

Elizabeth Hoff, representante da Organização Mundial de Saúde, integrou o comboio humanitário da Cruz Vermelha Internacional que esta segunda-feira chegou a Madaya. O que mais a impressionou foram as crianças, que já não conseguem sorrir.

A jornalista Margarida Serra conversou com Elizabeth Hoff sobre a situação que se vive em Madaya

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A responsável da Organização Mundial de Saúde fala de uma situação alarmante, que não se pode manter. Elizabeth Hoff diz que a comunidade internacional tem de fazer mais e realça que é urgente acabar com os cercos.

Tanto o Governo de Assad, como os rebeldes e os grupos jiadistas têm cercado várias cidades sírias para forçar a rendição dos inimigos. Atualmente, há 15 cidades nestas circunstâncias, com difícil acesso a medicação e a comida.

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