O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lembrou Kofi Annan, que morreu este sábado aos 80 anos, como "uma força que guiou o bem".

"De muitas maneiras, Kofi Annan encarnou as Nações Unidas. Ele dirigiu a organização, no novo milénio, com dignidade e uma determinação inigualável", afirma António Guterres em comunicado.

Segundo Guterres, Kofi Annan "nunca deixou de trabalhar para manter vivos os princípios da Carta das Nações Unidas", acrescentando que "o seu legado será sempre uma inspiração para todos".

António Guterres disse ainda "estar orgulhoso" de poder chamar ao antigo secretário-geral da ONU amigo e mentor.

"Foi uma pessoa a quem sempre pude pedir um conselho. Ele ofereceu a todos um espaço de diálogo, um lugar onde os problemas se podem resolver e onde se procura o caminho para um mundo melhor", refere.

O antigo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e prémio Nobel da Paz de 2001, Kofi Annan, morreu aos 80 anos, divulgou hoje a fundação do antigo diplomata.

"É com grande tristeza que a família Annan e a Fundação Kofi Annan anunciam que o ex-secretário-geral das Nações Unidas e vencedor do prémio Nobel da Paz morreu pacificamente no sábado, 18 de agosto, após uma curta doença", publicou a fundação do ex-diplomata ganês num comunicado, divulgado pela agência de notícias AFP.

Kofi Annan, que fez a sua carreira profissional nas Nações Unidas, cumpriu dois mandatos como secretário-geral da ONU, entre 01 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2006.

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